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Rossi Residencial: VGV cresce 387,5%, para R$ 459,724 milhões no 1º trimestre de 2007

Publicado em: 01/05/2007

São Paulo, maio de 2007

O Valor Global de Vendas (VGV) da Rossi Residencial aumentou 387,5%, para R$ 459,724 milhões no primeiro trimestre de 2007, na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado já havia sido divulgado no dia 2 de maio em prévia feita pela companhia. A participação da Rossi no VGV foi de 89,2%.

"O crescimento do VGV resultou da diversificação geográfica da companhia. Temos uma cesta de projetos em 30 cidades. Não fomos reféns de um mercado só", disse o diretor de Relações com Investidores da Rossi, Sérgio Rossi Cupoloni.

A Rossi manteve sua estimativa de VGV de lançamentos para o ano de R$ 1,3 bilhão a R$ 1,45 bilhão (considerando a parte da companhia). No primeiro trimestre, o número de lançamentos cresceu 40%, para sete, enquanto o número de unidades lançadas aumentou 179,2%, para 1.265. O preço médio dos lançamentos por metro quadrado subiu 65,1%, para R$ 3.039.

"Tivemos uma velocidade de vendas muito boa", contou o executivo. O indicador de vendas sobre oferta (VSO) do volume comercializado, até 30 de abril, dos empreendimentos lançados no primeiro trimestre foi de 48%.

O executivo lembra que a empresa entrou em quatro novos mercados no primeiro trimestre - Vila Velha (ES), Salvador, Fortaleza e Natal -, em todos por meio de parcerias locais. No segundo trimestre, é provável que a Rossi passe a atuar também em Goiânia e Campo Grande, também por parcerias locais.

 Banco de terrenos no 1tri representa VGV de R$ 8,8 bi (+323%) A incorporadora encerrou o primeiro trimestre do ano com estoque de 95 terrenos, correspondentes ao Valor Global de Vendas (VGV) de lançamentos futuros de R$ 8,8 bilhões, com volume suficiente para lançamentos nos próximos quatro ou cinco anos. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o banco de terrenos cresceu 323,8%. A participação da Rossi no total é de 71,7%.

Do VGV potencial a ser lançado com o banco de terrenos do fim do primeiro trimestre, 27% destinam-se a projetos na capital paulista e na Grande São Paulo, ante 44% um ano atrás. Na cidade de São Paulo, estão 22% do VGV estimado a partir do banco de terrenos. "Nossa diversificação geográfica começou em 1992, mas ganhou força depois que a empresa se capitalizou", disse Rossi.

Do VGV potencial de R$ 8,8 bilhões do banco de terrenos da Rossi, 41,29% destina-se a unidades de R$ 130,1 mil a R$ 200 mil, 32,77% de R$ 200,1 mil a R$ 350 mil, 10,44% de R$ 350,1 mil a R$ 500 mil, 13,71%, acima de R$ 500,1 mil, e 1,8% para empreendimento comercial. "Do total, 74% são unidades até R$ 350 mil, o que demonstra nosso foco na média e baixa renda."

 As vendas contratadas tiveram alta de 184,9%, para R$ 375,213 milhões. A parte Rossi cresceu 161,9%, para R$ 286,9 milhões. O número de unidades vendidas cresceu 115,7%, para 1.247. Os resultados a apropriar cresceram 24,3%, para R$ 229,238 milhões em março ante dezembro. As margens dos resultados a apropriar tiveram ligeira queda de 0,1 ponto percentual, para 35,6%. As receitas a apropriar aumentaram 24,5%, para R$ 644,414 milhões.

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