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Rossi quer surpreender investidor

Fonte: MISASI

Publicado em: 01/02/2007

São Paulo, fevereiro 2007

A recepção cética do mercado financeiro quanto às promessas de resultado feitas pela Rossi Residencial em fevereiro último, quando lançou suas ações na Bovespa, deve ser revertida com a prévia do balanço da companhia. Essa é a expectativa de Sérgio Rossi, diretor de relação com investidores da companhia, que informa que a incorporadora não só alcançou como ultrapassou suas estimativas.

 O volume geral de vendas (VGV) lançado em 2006 atingiu R$ 1,15 bilhão, crescimento de 192% em relação ao ano anterior, sendo R$ 883 milhões a fatia da Rossi e os demais de parceiros (cerca de 15 empresas). "Nossa projeção era menor do que o resultado que obtivemos. Tínhamos previsto um VGV total entre R$ 850 milhões e R$ 950 milhões e ficamos 21% acima da melhor estimativa", destaca o diretor. Em vendas contratadas, o número previsto pela Rossi era de R$ 575 milhões, mas a companhia atingiu R$ 584 milhões, alta de 76% somente no que se refere à empresa.

"Nossas metas eram agressivas e conseguimos atingi-las. Estamos provando que o mercado atribuiu um risco aos papéis de nossa empresa que não é real", enfatiza Rossi. Ele compara que o desempenho não fica nada a dever às demais companhias negociadas em bolsa de valores em termos de resultado, mas tem sido cotada em valores inferiores. "A Rossi é negociada hoje com um grande desconto, mas trata-se de um negócio de longo prazo e o desempenho da empresa vai se traduzir na confiança do investidor." A velocidade de vendas sobre a oferta (índice VSO) é de 44,51% - isto é, a empresa comercializou quase metade de todo volume lançado no ano de 2006, referente a 44 projetos.

"Teríamos atingido 60% se nossos lançamentos tivessem sido mais lineares. Apesar de ser normal no mercado imobiliário um volume maior de lançamentos no segundo semestre, represamos mais do que o costume e partimos para a compra de projetos já aprovados de outros empreendedores", conta. O banco de terrenos, medido em VGV, teve um salto de 375% no ano, totalizando R$ 8,67 bilhões. "Desse total, R$ 6,4 bilhões pertencem à Rossi", ressalta. Os escriturados são aqueles já adquiridos e os opcionados são os que a empresa tem preferência de compra.

"Estamos bem pulverizados entre 27 cidades. São Paulo não tem mais do que 35% desse VGV", diz. A carteira atual de 88 terrenos assegura lançamentos para os próximos quatro anos. A receita líquida, que deve ter ultrapassado R$ 400 milhões em 2006, pode dobrar até 2008.

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