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Rossi crescerá até 15% em 2012.

Fonte: Valor Econômico - SP

Publicado em: 28/03/2012

Embora não tenha uma meta formal de lançamentos para 2012, a Rossi Residencial reitera sua estimativa de crescimento médio de 7,5% ante os R$ 4,259 bilhões lançados no ano passado. Na prática, a projeção pode significar desde não crescer nada, neste ano, até elevar os lançamentos em 15%. As estimativas foram traçadas, em 2009, quando a companhia definiu a meta de dobrar de tamanho até 2011. "Em 2012, nosso foco estará na melhora da rentabilidade e na geração de caixa", afirma o diretor financeiro e de relações com investidores da Rossi Residencial, Cassio Audi.

A geração operacional de caixa deve começar no primeiro semestre, com valor mais expressivo na segunda metade do ano. No quarto trimestre de 2011, o consumo operacional de caixa da companhia foi de R$ 13 milhões. O número não considera a incorporação de dívida da Norcon, no período, no valor de R$ 150 milhões.

O executivo avalia que a demanda por imóveis continua "muito boa". "Somos uma empresa bastante diversificada e capturamos os benefícios de atuar em outros mercados. Todos os competidores estão na cidade de São Paulo, mas não em Recife, por exemplo", diz Audi. A companhia não projeta a repetição dos níveis de velocidade de vendas do fim de 2010 e início de 2011. "Hoje, a velocidade de vendas é mais adequada ao tamanho da companhia." O executivo diz não esperar aumentos de preços muito acima do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

No ano passado, as vendas contratadas da Rossi cresceram 13%, para R$ 3,481 bilhões, considerando somente a parcela da empresa. O aumento das vendas e o avanço das obras possibilitou aumento de 23,1% da receita líquida, para R$ 3,072 bilhões. O lucro bruto subiu 17%, para R$ 921 milhões. A margem bruta teve pequena queda de 31,6% para 31%. O Ebitda cresceu 14,2% no ano passado, para R$ 590 milhões. A margem Ebitda caiu de 21,4% para 19%. O lucro líquido subiu 2,8% no ano, para R$ 360 milhões.

No quarto trimestre do ano passado, a receita líquida cresceu 28,7%, para R$ 916 milhões. O lucro líquido da companhia, de R$ 92 milhões, ficou em linha com os R$ 91 milhões do mesmo intervalo de 2010. As despesas administrativas da empresa cresceram 26%, para R$ 69 milhões na comparação dos dois intervalos. O Ebitda subiu 26,7%, para R$ 180 milhões. A margem Ebitda foi de 20%.

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