Selo Black Friday

Imprensa

Rossi ampliará lançamentos de imóveis para baixa renda

Publicado em: 12/06/2007

Rossi ampliará lançamentos de imóveis para baixa renda

Os clientes de renda baixa e média-baixa terão mais espaço no portifólio de lançamentos da incorporadora e construtora Rossi. Nesta terça-feira, a empresa anunciou um plano para moradias com prestações durante a obra a partir de 183 reais.

As habitações custarão entre 45 mil e 130 mil reais e têm como público alvo os potenciais compradores com renda entre 4 e 10 salários mínimos. A maior parte desses projetos deve ficar em cidades com cerca de 500 mil habitantes.

"É quase uma linha de montagem. São projetos de massa que não perdem a qualidade que desejamos e buscam chegar a essa faixa de renda que ninguém pega hoje em dia", afirmou o diretor superintendente da Rossi, Heitor Cantergiani.

A construtora estudou iniciativas já implantadas no interior paulista e em capitais como Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, que tiveram como base modelos de negócios imobiliários no México e nas Filipinas. Os empreendimentos se dividem em três tipos: Villa Flora, um bairro planejado como o que existe em Sumaré, interior de São Paulo; Praças Residenciais, tipo de condomínio repleto de área verde; e prédios Avalon, propícios para metrópoles onde os terrenos estão muito valorizados e disputados.

O diretor de Negócios da Rossi, Renato Diniz, acredita que no futuro os imóveis para o público de menor renda podem ser responsáveis por quase 50 por cento dos lançamentos da empresa.

Para ajudar na expansão desse segmento, a Rossi fechou parcerias com os bancos Bradesco, Santander, ABN-Amro e Caixa Econômica Federal para um total de 3 bilhões de reais em crédito imobiliário.

O valor seria suficiente para financiar até 33 mil unidades para clientes de baixa renda, com juros de 9 por cento ao ano mais Taxa Referêncial (TR) e prazo de pagamento de 20 anos.

"Neste ano nós não vamos atingir todo esse potencial (de 33 mil unidades) e isso significa que as perspectivas para os próximos anos são sempre de crescimento”.

O diretor da Rossi disse que o momento do país --de estabilidade macroeconômica, aumento da renda e queda das taxas de juros-- é propício para sustentar uma expansão da construção civil calcada em projetos fora do público de alta renda.

"Na medida em que aumentar o crédito, podemos descer ainda mais na pirâmide, sem deixar a qualidade de lado."

"A gente não acredita que o segmento econômico tenha uma margem de lucro menor. Acreditamos que existem bons e maus produtos. Os nossos vão respeitar a mesma margem de 34 a 36 por cento, na renda alta ou na econômica", garantiu.

Este ano, os empreendimentos mais populares vão concentrar cerca de 16 por cento do 1,8 bilhão de reais em valor de vendas de lançamentos que a Rossi prevê.

Corretor Online

Preencha nome e e-mail para iniciar um chat ao vivo com nossos corretores.

CRECI

Vídeo