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Rossi ampliará braço de vendas de imóveis

Fonte: DCI - SP

Publicado em: 31/03/2010

Com a previsão de lançar 60% dos imóveis de segmento econômico em 2010, a construtora e incorporadora Rossi anunciou ontem que irá expandir a atuação de sua empresa de vendas (Rossi Vendas) às cidades de Goiânia, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus. Atualmente o braço está em seis cidades.

A Rossi possui um banco de terrenos avaliado em R$ 15,2 bilhões (parte Rossi), com 142 terrenos em 68 cidades. No ano passado, conseguiu ampliar sua participação no segmento de 29% para 47%, pelos incentivos do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida".

No quarto trimestre de 2009, as vendas contratadas da companhia atingiram R$ 828 milhões, alta de 23% sobre o mesmo trimestre de 2008. Deste montante, 29% foram feitas pelas lojas da Rossi, totalizando R$ 228 milhões. No acumulado do ano as vendas totais cresceram 8%, totalizando R$ 1,8 bilhões, sem considerar as parcelas das empresas parceiras.

Neste período, a Rossi alcançou recorde de lançamentos, com R$ 1,02 bilhão, e encerrou o ano com um Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 2,8 bilhões nos doze meses de 2009, em 68 empreendimentos, sendo 50 deles voltados à baixa renda.

A companhia anunciou lucro líquido de R$ 77 milhões entre outubro e dezembro, um salto de 369% ante os R$ 16 milhões registrados em 2009. No acumulado do ano, o lucro líquido somou R$ 218,1 milhões, aumento de 83,9% sobre 2008.

O programa "Minha Casa, Minha Vida" também ajudou a impactar os resultados da incorporadora carioca CR2 Empreendimentos Imobiliários S.A., que anunciou no quarto trimestre ter apresentado recuperação nas vendas, com alta de 393% em relação ao quarto trimestre de 2008, totalizando R$ 61,9 milhões.

Em 2010, a CR2 planeja lançar mais R$ 400 milhões em novos imóveis e iniciou o ano com um estoque de terrenos de R$ 3,2 bilhões, que será totalmente destinado ao segmento econômico. Adicionalmente, a companhia afirma que pretende destinar ainda R$ 417 milhões ao lançamento de empreendimentos comerciais no Rio de Janeiro, de olho na demanda do segmento no período das Olimpíadas.

A limitação de crédito em 2009 fez a companhia postergar lançamentos e derrubou o lucro líquido de R$ 37,6 milhões em 2008 para R$ 15,1 milhões. A receita líquida, no entanto, cresceu 30% e alcançou R$ 300,1 milhões. Na comparação anual, as despesas aumentaram de R$ 22,6 milhões para R$ 31,1 milhões em 2009.

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