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"Nunca tivemos condições tão favoráveis no setor", diz CFO e diretor de RI da Rossi

Fonte: Infomoney - SP

Publicado em: 30/03/2010

A Rossi (RSID3) divulgou nesta terça-feira (30) seu resultado do último trimestre de 2009, apresentando crescimento na base anual de nada menos que 369,2% no lucro líquido do período, somou R$ 76,5 milhões.

Cássio Audi, CFO (Chief Financial Officer) e diretor de RI (Relações com Investidores) da companhia concedeu entrevista exclusiva à InfoMoney nesta manhã, discorrendo sobre os números operacionais e delineando perspectivas para o setor.

Quanto ao resultado do quarto trimestre do último ano, o executivo revela seu otimismo. “Entregamos ou superamos todas as metas que tínhamos para 2009, independente dos cenários adversos que tivemos no ano”, destaca Audi.

Para o executivo, os investimentos realizados pela companhia mostram retorno, explicitado pela lucratividade no último trimestre, que quase quintuplicou em relação ao lucro líquido visto entre outubro e dezembro de 2008.

À luz da expectativa de aperto monetário pelo Copom (Comitê de Política Monetária) e das possíveis decorrências no setor, o CFO acredita que as condições permanecerão favoráveis. ”Se houver eventualmente um aumento na taxa básica de juros, mesmo assim teremos as melhores condições que nós já tivemos no setor, com financiamentos de até 30 e com as taxas mais baixas da história”, diz o executivo.

Enquanto o mercado esperava 3 milhões de moradias no programa "Minha Casa, Minha Vida”, o governo dobrou a meta para 2 milhões de imóveis. Para Audi, os números não são capazes de mudar o cenário. “O pacote do governo, tanto o primeiro quanto o segundo, ajuda o setor e, independente do número, nunca tivemos condições tão favoráveis no mercado de construção e incorporação como temos hoje”, completa Audi.

Diante da recente oferta de ações da Rossi, que captou R$ 928 milhões no mercado, o CFO avalia que a operação “foi muito bem-sucedida”. O montante será dividido da seguinte forma, conforme o executivo: “uma parte dos recursos será direcionada à aquisição de terrenos, 55%, e outros 45% serão destinados para capital de giro”.

À frente, o otimismo permanece. “Pretendermos apresentar um plano de crescimento nos nossos lançamentos e temos hoje total condição, após a oferta, para entregar ou superar nossas novas metas”, conclui Audi.

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