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Lucro da Rossi dispara por lançamentos e vendas maiores

Fonte: Diário do Comércio - SP

Publicado em: 30/03/2010

O avanço das vendas contratadas e a retomada do ritmo de lançamentos levaram a Rossi a mais que quadruplicar os ganhos no último trimestre de 2009. A construtora e incorporadora divulgou na madrugada desta terça-feira lucro líquido de 77 milhões de reais entre outubro e dezembro, um salto de 369 por cento ante os 16 milhões de reais obtidos um ano antes.

O resultado, contudo, ficou abaixo da média das estimativas de quatro analistas consultados pela Reuters, que apontava para um lucro de 84,5 milhões de reais no período.

Em todo o ano passado, o lucro líquido da companhia somou 218,1 milhões de reais, aumento de 83,9 por cento sobre 2008.

A Rossi teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 98 milhões de reais no quarto trimestre, acima dos 27 milhões de reais dos últimos três meses de 2008. A margem ajustada enquanto isso passou de 8,6 para 20,6 por cento.

Já a receita líquida cresceu 49,1 por cento nos três meses encerrados em dezembro, atingindo 476 milhões de reais. Em 2009, a receita líquida aumentou 27,5 por cento, para 1,6 bilhão de reais.

No demonstrativo de resultados enviado ao mercado, a Rossi destaca o lançamento recorde de 1,02 bilhão de reais no quarto trimestre do ano passado como um dos fatores responsáveis pelo resultado do período. Estes lançamentos totalizaram 8.314 unidades em 24 empreendimentos, sendo que 17 foram destinados ao segmento econômico.

No fechado de 2009, os lançamentos somaram 2,8 bilhões de reais em Valor Geral de Vendas (VGV) em 68 empreendimentos, sendo 50 deles voltados à baixa renda.

As vendas contratadas, por sua vez, atingiram 828 milhões de reais entre outubro e dezembro, alta de 23 por cento sobre o mesmo trimestre de 2008. No acumulado do ano, as vendas alcançaram 2,3 bilhões de reais.

A Rossi fechou 2009 com um banco de terrenos com VGV potencial de 22,9 bilhões de reais.

A companhia informou também que encerrou o ano passado com um endividamento de 1,2 bilhão de reais. Deste total, 51,8 por cento referem-se a operações de crédito imobiliário, 28,7 por cento a debêntures e 19,5 por cento a operações de capital de giro.

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