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Dois quartos mais acessíveis

Fonte: Estado de Minas - MG

Publicado em: 30/07/2009

Dois quartos, sala, cozinha, área de serviço, um banheiro e vaga para um carro na garagem. Esta é a descrição de um imóvel considerado econômico, que custa até R$ 100 mil e atende, de forma eficiente, às necessidades de famílias brasileiras com renda inferior a 10 salários mínimos.

Mesmo com a crise, o mercado para esse tipo de imóvel está em crescimento nas grandes cidades. É cada vez maior o número de famílias que preferem pagar parcelas da casa própria, em vez de se preocupar com o permanente pagamento de aluguel. O problema é que achar unidades de qualidade e a preços acessíveis não é tarefa fácil. Porém, observando a movimentação desse mercado, construtoras antes especializadas em imóveis grandes, de luxo e com preços mais altos estão investindo em unidades de segmento econômico.

É o caso da Construtora e Incorporadora Rossi, que atua em 61 cidades brasileiras e investe em imóveis residenciais e comerciais. A empresa lançou a linha Rossi Ideal, dedicada somente ao mercado econômico e com unidades que custam, em média, R$ 64 mil.

A linha visa a atender ao público que tem dificuldades para conseguir financiamento, principalmente as pessoas cadastradas no programa Minha casa, minha vida, do governo federal. A intenção é lançar 15 mil unidades até o fim deste ano e outras 20 mil em 2010.

Para o diretor da regional da Incorporadora Rossi em Belo Horizonte, Frederico Kessler, o seguimento de imóveis econômicos está em crescimento. “Quem procura por esse tipo de apartamento são pessoas que querem segurança e qualidade a custos mais baixos. Sendo assim, o preço do condomínio e uma área de lazer com serviços mais baratos, por exemplo, devem ser pensados.”

Algumas construtoras passaram a investir em imóveis econômicos depois que o governo lançou o projeto habitacional Minha casa, minha vida, que prevê investimento de R$ 34 bilhões. A meta é construir 1 milhão de casas para famílias com renda de até 10 salários mínimos e pagamento de prestações mensais a partir de R$ 50.

Segundo a Secretaria de Políticas Urbanas da Prefeitura de Belo Horizonte, o prazo para inscrições de famílias com renda de até três salários mínimos venceu em 5 de junho. Mais de 180 mil famílias se cadastraram e aguardam a análise dos dados. Já para as famílias com renda que varia entre 4 e 10 salários mínimos, o cadastro ocorreu diretamente nas unidades da Caixa Econômica Federal, que faz uma análise antes de aprovar a participação no projeto.

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